sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Almoço de Natal - Trad'Inovações

Olá a todos!

A nossa querida colega Eugénia construiu um vídeo sobre o nosso almoço de Natal. Um obrigada especial por este miminho de Natal.



quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

HISTÓRIA DO NATAL DIGITAL

O MEU PRESÉPIO

E a propósito da aula de amanhã... lembrei-me de publicar a foto do meu Presépio que fiz à tarde.
Os Presépios sempre me encantaram... e feitos com peças tradicionais inda mais me deliciam... Quando criança, ia ao campo apanhar musgo com minha mãe... hoje foi meu marido que comprou na florista...
No meu tempo de menininha, era o Menino Jesus que dava os presentes... há uns anos a esta parte... todas as pessoas dizem que é o Pai Natal...
Outros tempos... outros costumes e hábitos a que temos que aderir...

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Mensagens Natalícias! Preparados?

Esta 5º feira vamos produzir uma mensagem de Natal personalizada, para poderem reenviar aos vossos contactos!

Podem fazê-lo em vídeo (ex: moviemaker) ou noutra ferramenta! Vou levar bonitas canções de natal.

Bom feriado!
Carina :-)


Que belas reflexões!!

Olá a todos!

Estive a espreitar as vossas publicações e quero dar-vos os parabéns pelo vosso dinamismo, interesse e dedicação para com o blogue.

As palavras, os pensamentos, as partilhas, as experiências, as reflexões e os trabalhos são muito interessantes, apelativos e revelam uma atitude muito empreendedora da vossa parte.

Continuem a expressar os vossos pensamentos, imagens e ideias, pois todos aprendemos uns com os outros!

Já agora partilho convosco uma frase que achei interessante e que se relaciona com o conhecimento e a sabedoria.

"Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina" (Cora Coralina).

Concordam?

Desejo-vos um bom feriado e até 5º feira!
Beijinhos.
Carina

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

domingo, 5 de dezembro de 2010

Poema de Maria Veleda


SPLEEN

Há muito que não vivo! Atroz verdade!
Há muito que a minha alma soluçante
Anda longe de mim, perdida, errante,
Num infinito mar de tempestade!

Nem lágrimas já tenho, nem saudade
Do meu sonho de Amor já tão distante...
Não passo dum cadáver ambulante,
Um joguete na mão da Eternidade.

Tudo em mim são ruínas e é tristura,
- Vivo de não viver - sem fim, sem norte,
E só tenho uma esp'rança: a sepultura.

Ao céu mudo ergo os braços - mas em vão!
Deus não existe; só existe a Morte,
Que eu sinto a devorar-me o coração